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Acerca de mim

A minha foto
Apenas eu... a liberdade de ser eu própria a loucura de poder correr, saltar, brincar vivendo um dia como se fosse uma Vida inteira a rebeldia, selvagem, livre, de viver a Vida com toda a fantasia desprendida de rédeas, limites ou barreiras e solta correr livremente com toda a força que me é permitida... Fotografia - aquilo que sinto!

domingo, 15 de novembro de 2009

Onde a Paz se encontra no Mar..

a brisa deleita o meu rosto,
é aqui!
não olho, sinto,
não fujo, fico
a Paz que em mim
se encosta, se evade,
vai, volta e trás a memória,
e roça o silêncio de estar aqui...
Ana

4 comentários:

tulipa disse...

Como gosta de fotografia decidi fazer-lhe um desafio...
Espero que aceite!

Felizmente que não é só nas grandes cidades que se nota, nos últimos tempos outra dinâmica, uma outra forma de fazer cultura.
Desta vez será em ALPIARÇA, na sua Biblioteca Municipal.

Vou montar outra exposição de fotografia.
A exposição procura divulgar o que vivenciei pelos caminhos da Índia. Tendo como ponto de partida a fotografia, faço uma reflexão através do tempo sobre imagens que descrevem a solidão dos povos e o significado do seu sofrimento bem como da sua alegria envolvida pela pobreza de géneros necessários à sua sobrevivência, a par da solidariedade e esperança de uma justiça digna.

Aos poucos vou conseguindo aquilo que quero, ou seja, esta EXPOSIÇÃO está aberta aos sábados de tarde, para proporcionar às pessoas que trabalham a oportunidade de a visitar numa tarde de sábado.

Fica o convite para a inauguração no próximo sábado (amanhã), dia 21 de Novembro, pelas 14h 30m.

Conto com o apoio de todos os que me têm acompanhado ao longo deste tempo, na blogosfera.

As suas fotos estão excelentes.

Jorge Manuel Mendes dos Santos disse...

Parle-moi

L’avenir de l’Homme

“Parle-moi de la pluie qui’ci tombe”,
Enquanto caminhamos, ignorando,
À beira do fim, como quem o sabe,
E apenas finge, ter esquecido:


-A poeira galga, que and’á solta,
No deserto d’sede, depois irrompe,
Na auréola duma lua lamacenta
-Nestes sinais da extinção a galope


E não longe d’uma sinistra ameaça.
-O homem parido aqui já sem crença
No cosmos seja lá ond’ele acabe.


"Dis-moi de l’arme de Ceres qui’ci tombe"
Lúcida e calma, todas…mansas e breves
Filhas das guerras e caindo a nossos pés.


Jorge Santos

Luísa N. disse...

Oi, Ana! Lindo blog, lindas imagens e bela poesia! Parabéns!

Maria disse...

Uma perguntinha: - Minha querida amiga, porque é que este maravilhoso blog está ao abandono??

Preciso de uma resposta urgente!!

Um beijão meu anjo :P